quarta-feira, 14 de setembro de 2011

QUANDO O RIO DERRAMA (LUZ E SOMBRAS)

   NALDOVELHO

   Há dias em que o rio derrama
   e inunda todo o quarto.
   Meu corpo encharcado
   busca os teus braços,
   e reclama!
   Diz que a solidão é coisa ardida,
   abre na carne profundas feridas...
   Sente saudades,
   de um tempo de águas tranqüilas,
   quando a vida era apenas um riacho.

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